Castro Soromenho

Artigos de Castro Soromenho

Última atualização: 21 de maio de 2015.

1. Na Révolution africane

Castro Soromenho publicou três artigos na Révolution africane

Rev afr 1

Textos em Pdf:

Les volontaires de la corde Rev Afr 02 02 1963

Les peuples naissent des légendes Rev Afric 06 07 1963

Le peuple du Tamarinier Rev Afric 13 07 1963

2. No Arquivo Mário Pinto de Andrade, Fundação Mário Soares

Dois artigos, possivelmente não publicados:

Camps de travail forcé en Angola (sem data, mas escrito após 1951)

Le contrat, nouvelle formulle de l’esclavage (sem data)

3. Na Semana Portuguesa

Imagem de Angola (Semana Portuguesa, n. 165 de 29 de outubro a 4 de dezembro de 1966)

Na última página, há um claro erro de tipografia. A terceira linha deveria ser a continuação da primeira, e a segunda é o início do parágrafo seguinte. Ou seja, o correto é:

“a ser a grande tarefa do negro mantidos pelos interesses

que ligavam, em desenfreada cobiça, os mercadores portu-

gueses e os chefes tribais.

        Nesse meio século fez-se a mais fantástica movimenta-

ção de centenas de milhares de carregadores no transporte…”.

4. No Suplemento Literário de O Estado de São Paulo

O Japão na literatura portuguêsa, (27 de agosto de 1966).

5. Em O Mundo Português.

Instrumentos de música dos bantus. Lisboa, 131-132: 411-
417, novembro e dezembro de 1944.

Artigo com algumas anotações do autor. Para obter uma cópia, entre em contato com o SOBRECS.

6. Pesquisas realizadas no Centro de Estudos Africanos da USP.

6.1 Lunda: da formação do império as fronteiras coloniais. (64 páginas)

Pesquisa 1967/68.  Cadeira de Sociologia II. Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras da USP. Trabalho não revisado. Na versão que possuímos, não fizemos nenhuma correção de erros de datilografia.

Trecho: “Para podermos compreender a presença de sociedades tradicionais nos novos países independentes da África ao Sul do Equador, é preciso remontar à época pré-colonial. Só a história desses dois períodos nos dá conhecimento para um entendimento sociológico da permanencia das velhas sociedades tradicionais no tempo presente”.

Para obter uma cópia, entre em contato com o SOBRECS.

6.2 Introdução aos estudos históricos-sociológicos sobre a fundação da Colônia de
Angola: Encontro com o passado I, II; Os velhos impérios entre o Sahara e a floresta
equatorial, I, II, III; Primeiros contactos entre europeus e povos do Golfo da Guiné;
Presença européia no Reino do Congo I, II e III. (91 páginas).

Pesquisa 1966/67. Trabalho inédito e não revisado.  Na versão que possuímos, não fizemos nenhuma correção de erros de datilografia.

Trecho:

“A Àfrica ao sul do Saara, a chamada Àfrica Negra, só muito tarde foi conhecida no seu conjunto pelos geografos europeus. Atualmente, não existe polegada de sua carta geográfica que não tenha sido assinalada pelos exploradores, comerciantes e missionários dos século XIX e XX. Mesmo as regiões desérticas, e mais da terceira parte do Continente é de desertos, são conhecidas. Mas o aborígene, o negro-africano, é um desconhecido.

Em nenhuma parte do mundo, e em nenhuma época da história da humanidade, o homem foi tão negado como ser humano.”

 

Para obter uma cópia, entre em contato com o SOBRECS.

 

7. Na Présence Africaine.

“Portrait: Jinga, reine de Ngola et de Matamba, Présence Africaine, Paris, n. 42, p. 47-53, 1962.

Trecho: “Quand Nzinga naquit – em 1581 – les tambours du Dongo résonnaient en l´honneur du roi son père qui venait de refouler au delà de la frontière l´armée royale congolaise – 60 000 soldats et cinquante Portugais. Il avait ainsi barré la route aux Blancs qui s´étaient alliés aux Congolais dans l´espoir de parvenir plus facilement au “montagnes d´argent” de Cambambe.”

 

8. Na Révolution

8.1 “Jinga: reine de Ngolas”, Révolution, Paris, n. 12, p. 58-68, oct./nov. 1964, seção: L´histoire véritable.

Trecho: “Les Portugais ont implanté la Croix dans le royaume du Congo, et, à son ombre, ont parqué des esclaves, baptisés à l´heure de l´embarquement pour le Brésil, afin que leurs âmes soient sauvées de la lèpre du paganisme… ”

Para obter uma cópia, entre em contato com o SOBRECS.

8.2 “L´arbre sacré” (tradução de A arvore sagrada, de Rajada e outras histórias), Révolution, n. 8, 1964.

Para obter uma cópia, entre em contato com o SOBRECS.

Deixe um comentário »

Nenhum comentário ainda.

RSS feed for comments on this post. TrackBack URI

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: