Castro Soromenho

16/07/2011

Jinga

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 Castro Soromenho escreveu dois artigos sobre Jinga. “Portrait: Jinga, reine de Ngola et de Matamba” foi publicado na revista Présence Africaine, Paris, n. 42, p. 47-53, 1962. A revista foi fundada em 1947 por Alioune Diop e continua a ser editada. Em 1949, foi criada a editora de mesmo nome. Foi essa editora que publicou, em 1956, Camaxilo, a tradução francesa, feita por Violante do Canto, de Terra Morta, com prefácio de Roger Bastide. Infelizmente, nenhum número da revista está disponível on-line.

Trecho de Jinga da Présence Africaine:

“Quand Nzinga naquit – em 1581 – les tambours du Dongo résonnaient en l´honneur du roi son père qui venait de refouler au delà de la frontière l´armée royale congolaise – 60 000 soldats et cinquante Portugais. Il avait ainsi barré la route aux Blancs qui s´étaient alliés aux Congolais dans l´espoir de parvenir plus facilement au “montagnes d´argent” de Cambambe.”

O segundo artigo, “Jinga: reine de Ngolas”, saiu na revista Révolution, Paris, n. 12, p. 58-68, oct./nov. 1964, na seção: L´histoire véritable. A mesma revista publicou, no n. 8, 1964, o conto L´arbre sacré (tradução de A arvore sagrada, de Rajada e outras histórias) . Révolution foi fundada por Jacques Vergès e publicada de 1963 a 1965.

Primeiro parágrafo de Jinga da Révolution:

“Les Portugais ont implanté la Croix dans le royaume du Congo, et, à son ombre, ont parqué des esclaves, baptisés à l´heure de l´embarquement pour le Brésil, afin que leurs âmes soient sauvées de la lèpre du paganisme… ”

Jinga foi também o tema de artigo de Carlos Serrano que está disponível em pdf na Revista USP (link atualizado em 24/07/2018).

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05/07/2011

Robson Dutra Unigranrio – Castro Soromenho, Pepetela e a agonia da terra

“Este texto tem como objetivo refletir sobre o conceito de nacionalidade a partir de questões

ligadas a terra. Para tanto, considera traços neo-realistas presentes na escrita de Castro

Soromenho, em perspectiva pré-revolução para, a partir de Pepetela, já ao longo do conflito

bélico, pensar a Angola pós-moderna.”

O artigo  do prof. Dutra foi publicado pela Revista e-scrita, do curso de letras da UNIABEU, e está disponível em pdf.

Dying Land (Terra Morta – ed. inglesa, 2006)

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Editado pela Seagull/Faoileán, Terra Morta foi traduzido por Annella McDermott. O prefácio é de Phyllis Peres e a capa de Stefan Edelbroek.

01/07/2011

Wanilda Lima Vidal de Lacerda – As práticas culturais em Os Embaixadores à Corte do Além

Os Embaixadores à Corte do Além foi um dos primeiros contos de Castro Soromenho. Publicado em 1936 em Lendas Negras, foi reeditado em Nhárí, 1938.

Wanilda Lima Vidal de Lacerda, do Centro de Humanidades da Universidade Estadual da Paraíba, discute como o conto “resgata e reflete o modus operandi de uma sociedade, bem como práticas culturais e religiosas ali inseridas”. O trabalho faz parte do livro Griots – Culturas Africanas: linguagem, memória, imaginário, Natal, RN, 2009, que está integralmente disponível em pdf.

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